Ontem assisti a pré-estreia do filme "Quem se Importa", documentário de longa metragem da diretora Mara Mourão. Se você estiver cansado de ouvir reclamações sobre os problemas do mundo, esse é o filme perfeito para sair da rotina de "não há o que fazer". O motivo? Ele mostra exatamente o contrário: pessoas que não ficaram somente ouvindo e vendo o que acontecia ao seu redor e foram atrás de soluções criativas e inovadoras para os problemas sociais.
O documentário traz depoimentos desses Empreendedores Sociais para mostrar quatro contextualizações com o mundo atual: o que eles já fizeram, qual foi a motivação para realizar esse trabalho, como surgiu a ideia e o que o futuro do planeta pode esperar dos jovens.
Sim, não são os jovens que precisam esperar algo do planeta, e sim, ao contrário. Todos defenderam ali que é preciso cuidar das crianças hoje, ajudando-as na compreensão do que estamos fazendo com o nosso mundo e nossa natureza.
Mesmo mostrando depoimentos de pessoas já reconhecidas mundialmente como Muhammad Yunus, ganhador do Nobel da Paz em 2006, o filme tem seu auge na história de Joaquim Melo, fundador do Banco Palmas, o primeiro banco social do Brasil.
Em 1984, Melo que era padre, foi morar no lixão para fazer trabalhos comunitários. A maioria dos catadores do lixão residia na favela Palmeiras, a maior de Fortaleza. Ele, então, se mudou para o lugar. Com o passar dos anos, depois de muitos mutirões comunitários, a favela virou bairro, com saneamento básico, luz, água e também moeda própria. Foi assim que ele conseguiu que o bairro prosperasse. Incentivando as pessoas a comprar produtos comercializados na vila onde moravam, fazendo com que o dinheiro circulasse no bairro.
Em seu depoimento, Joaquim Melo diz que precisou brigar muito para que o Banco Central aceitasse sua ideia. E ele ainda faz um desabafo que arrancou aplausos dos presentes durante a sessão: "E essa ideia não nasceu em Harvard, USP ou FGV. Nasceu aqui na favela!"
Com essa frase, acho que não preciso falar mais nada sobre o filme. Assistam e verifiquem com os próprios sentidos. Além de ser ótimo para manter acesa nossa esperança ele acende desejos e pode te dar ideias para ser mais um empreendedor social.
Escrever é uma intuição. De pensamentos infinitos. Não basta inventar palavras, tem que fazer sentido.
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12 de abril de 2012
25 de julho de 2011
O que é ser um escritor?
Hoje, fiquei sabendo que é dia do escritor. Como estou escrevendo um livro-reportagem para entregar no meu trabalho de conclusão de curso da faculdade comecei a pensar: Quem é considerado um escritor? Você se considera um? Será que eu me considero uma? Ou será que somente aqueles que vendem best-sellers podem ser?
Acho que não. Escrever é como uma extensão do próprio ser. Antes de começar uma história, tento me concentrar no objeto da minha escrita. Nessas horas, o silêncio e a meditação são os melhores companheiros. Quando dou por mim, milhares de palavras já estão saindo pelos meus dedos, seja com caneta e papel, seja com o teclado do computador.
Às vezes meu inconsciente fala comigo mesma. E me dita cada palavra que sai das minhas mãos. E é tão estranho, como se fosse outra pessoa que estivesse ao meu lado me ajudando. Mas aí percebo que não é. Meu inconsciente e eu somos um só. Tudo que ele diz, meu corpo repete.
É nessas horas que consigo ver que ser um escritor é fazer com o que o corpo e alma trabalhem juntos na mesma coisa e no mesmo momento. E isso é tão difícil de acontecer em outras tarefas. Quando você lê, seu corpo está fazendo outra coisa. Quando você trabalha, nem sempre é possível utilizar os dois.
Então, é isso. Para mim escrever é unir as duas essências básicas e inevitáveis para eu viver. Meu corpo e minha mente.
Letícia Iambasso
Acho que não. Escrever é como uma extensão do próprio ser. Antes de começar uma história, tento me concentrar no objeto da minha escrita. Nessas horas, o silêncio e a meditação são os melhores companheiros. Quando dou por mim, milhares de palavras já estão saindo pelos meus dedos, seja com caneta e papel, seja com o teclado do computador.
Às vezes meu inconsciente fala comigo mesma. E me dita cada palavra que sai das minhas mãos. E é tão estranho, como se fosse outra pessoa que estivesse ao meu lado me ajudando. Mas aí percebo que não é. Meu inconsciente e eu somos um só. Tudo que ele diz, meu corpo repete.
É nessas horas que consigo ver que ser um escritor é fazer com o que o corpo e alma trabalhem juntos na mesma coisa e no mesmo momento. E isso é tão difícil de acontecer em outras tarefas. Quando você lê, seu corpo está fazendo outra coisa. Quando você trabalha, nem sempre é possível utilizar os dois.
Então, é isso. Para mim escrever é unir as duas essências básicas e inevitáveis para eu viver. Meu corpo e minha mente.
Letícia Iambasso
17 de março de 2011
A praça está vazia
Uma crônica a procura de uma crônica.
A praça está vazia. Onde estão os artistas? Mesmo vazia, ela parece cheia. Divulgadores gritam "Compro ouro", enquanto transeuntes sem ouro passam apressados para seus compromissos. Um evangélico com sua Bíblia já começou seu sermão do dia. Ao redor dele, três, quatro pessoas observam. Há quantos els conseguirá pregar hoje? Um grupo de estudantes se prepara para uma visita à Catedral da Sé. Em frente, um homem de pasta e gravata passa e faz o sinal da cruz. Decido fazer o mesmo, afinal preciso de ajuda. E muita. Onde estão os artistas? Guardas tentam acordar mendigos que estão dormindo no meio da praça. Com a consciência leve de suas obrigações cumpridas, eles desistem. Outro mendigo mais adiante alimenta os pombos com pedaços de pão. É a luta pela sobrevivência. Dos animais. E do ser humano. Vejo um homem ao longe com um instrumento na boca. Será alguém tocando gaita, mostrando sua arte? Ao chegar mais perto noto que ele só estava tampando a boca para falar ao celular abertamente. Decido então perguntar ao jornaleiro: - Bom dia senhor, onde estão os artistas? Ao que ele responde: - Aqui eles não vem mais, minha filha. A praça está vazia ...
Letícia Iambasso
A praça está vazia. Onde estão os artistas? Mesmo vazia, ela parece cheia. Divulgadores gritam "Compro ouro", enquanto transeuntes sem ouro passam apressados para seus compromissos. Um evangélico com sua Bíblia já começou seu sermão do dia. Ao redor dele, três, quatro pessoas observam. Há quantos els conseguirá pregar hoje? Um grupo de estudantes se prepara para uma visita à Catedral da Sé. Em frente, um homem de pasta e gravata passa e faz o sinal da cruz. Decido fazer o mesmo, afinal preciso de ajuda. E muita. Onde estão os artistas? Guardas tentam acordar mendigos que estão dormindo no meio da praça. Com a consciência leve de suas obrigações cumpridas, eles desistem. Outro mendigo mais adiante alimenta os pombos com pedaços de pão. É a luta pela sobrevivência. Dos animais. E do ser humano. Vejo um homem ao longe com um instrumento na boca. Será alguém tocando gaita, mostrando sua arte? Ao chegar mais perto noto que ele só estava tampando a boca para falar ao celular abertamente. Decido então perguntar ao jornaleiro: - Bom dia senhor, onde estão os artistas? Ao que ele responde: - Aqui eles não vem mais, minha filha. A praça está vazia ...
Letícia Iambasso
31 de janeiro de 2011
Ah, as férias!
Ah, as férias!
Quando ela chega é aquela alegria, quando vai embora é aquela agonia. Por mais que você aproveite, nunca parece o bastante. E tem gente que tem horror a ela. Quase uma síndrome de pânico quando esse momento do ano chega.
Para uns, significa descanso, lazer, diversão. Para outros, é só escuridão. Às vezes você torce tanto pra esse dia chegar que quando realmente entra nele, não sabe o que fazer com os horários de folga.
Se você acorda cedo, continuará acordando cedo por costume. Se vai dormir tarde, seguirá a mesma rotina de sempre. Ou não. Há pessoas que conseguem adaptar seu relógio biológico de acordo com o que vive. Que sorte, hein.
Eu, posso dizer que aproveitei este momento tão raro. Viajei, descansei, dormi mais, li mais, aproveitei mais meu dia.
Mas, quando finalmente chega a hora de retornar você reflete consigo mesmo se fez tudo o que prometeu que ia fazer.
Fiz um monte de planos. Realizei poucos. O que importa, não? As férias acabaram, é hora de começar a suspirar pela próxima!
Ah, as férias!
Tão esperada ao longo dos anos, tão tediosa ao passar das horas.
Letícia Iambasso
Quando ela chega é aquela alegria, quando vai embora é aquela agonia. Por mais que você aproveite, nunca parece o bastante. E tem gente que tem horror a ela. Quase uma síndrome de pânico quando esse momento do ano chega.
Para uns, significa descanso, lazer, diversão. Para outros, é só escuridão. Às vezes você torce tanto pra esse dia chegar que quando realmente entra nele, não sabe o que fazer com os horários de folga.
Se você acorda cedo, continuará acordando cedo por costume. Se vai dormir tarde, seguirá a mesma rotina de sempre. Ou não. Há pessoas que conseguem adaptar seu relógio biológico de acordo com o que vive. Que sorte, hein.
Eu, posso dizer que aproveitei este momento tão raro. Viajei, descansei, dormi mais, li mais, aproveitei mais meu dia.
Mas, quando finalmente chega a hora de retornar você reflete consigo mesmo se fez tudo o que prometeu que ia fazer.
Fiz um monte de planos. Realizei poucos. O que importa, não? As férias acabaram, é hora de começar a suspirar pela próxima!
Ah, as férias!
Tão esperada ao longo dos anos, tão tediosa ao passar das horas.
Letícia Iambasso
29 de janeiro de 2011
Política X Políticos
"Deputados envolvidos em escandâlo de mensalão"
"No Brasil, lei esconde dados sobre aposentadorias vitalícias de ex-governadores"
"Desvios na Funasa chegam a R$ 500 milhões"
Vemos essas manchetes praticamente todos os dias. Assistimos aos telejornais, lemos os jornais, nos aprofundamos nas matérias das revistas. O roubo e a corrupção está em nossas vidas assim como está no cotidiano dos políticos todos os dias.
Sei que sempre nos falam que não é todo político que é corrupto. Difícil de acreditar. Afinal, além de governar, aprovar e fazer leis, qual é o outro papel fundamental na vida de quem se arrisca na carreira pública? Fiscalizar!
Sim, tem que fiscalizar seus "colegas" de trabalho. Infelizmente, não é a realidade! Cada um olha para seu umbigo e para seu gabinete. Pra que sujar a ficha de um colega se você pode precisar de seu apoio político no futuro?
Acredito que até aqueles que se definem como "oposição" mandam para debaixo do tapete as sujeiras feitas pela situação oponente. E depois que o escândalo vem à tona, aparecem como os principais cobradores da verdade e da justiça.
Muitas pessoas não dão a mínima para a política, fogem do assunto como o diabo foge da cruz, votam como obrigação e depois logo esquecem em quem votaram e/ou porquê. Depois, os brasileiros querem reclamam que o país não cresce, as enchentes não param, os impostos aumentam e o salário mínimo não dá para viver.
A questão do jeitinho brasileiro é muito nítida para mim. Se não mexeu no meu bolso, não é assunto meu. Não adianta 3% da população fazer passeata e ir em frente à prefeitura protestar.
Solidariedade política. É isto que falta para nós! NÃO É A POLÍTICA QUE É CHATA, SÃO OS POLÍTICOS QUE A PINTAM DE MODO ERRADO PARA NÓS!
"No Brasil, lei esconde dados sobre aposentadorias vitalícias de ex-governadores"
"Desvios na Funasa chegam a R$ 500 milhões"
Vemos essas manchetes praticamente todos os dias. Assistimos aos telejornais, lemos os jornais, nos aprofundamos nas matérias das revistas. O roubo e a corrupção está em nossas vidas assim como está no cotidiano dos políticos todos os dias.
Sei que sempre nos falam que não é todo político que é corrupto. Difícil de acreditar. Afinal, além de governar, aprovar e fazer leis, qual é o outro papel fundamental na vida de quem se arrisca na carreira pública? Fiscalizar!
Sim, tem que fiscalizar seus "colegas" de trabalho. Infelizmente, não é a realidade! Cada um olha para seu umbigo e para seu gabinete. Pra que sujar a ficha de um colega se você pode precisar de seu apoio político no futuro?
Acredito que até aqueles que se definem como "oposição" mandam para debaixo do tapete as sujeiras feitas pela situação oponente. E depois que o escândalo vem à tona, aparecem como os principais cobradores da verdade e da justiça.
Muitas pessoas não dão a mínima para a política, fogem do assunto como o diabo foge da cruz, votam como obrigação e depois logo esquecem em quem votaram e/ou porquê. Depois, os brasileiros querem reclamam que o país não cresce, as enchentes não param, os impostos aumentam e o salário mínimo não dá para viver.
A questão do jeitinho brasileiro é muito nítida para mim. Se não mexeu no meu bolso, não é assunto meu. Não adianta 3% da população fazer passeata e ir em frente à prefeitura protestar.
Solidariedade política. É isto que falta para nós! NÃO É A POLÍTICA QUE É CHATA, SÃO OS POLÍTICOS QUE A PINTAM DE MODO ERRADO PARA NÓS!
3 de janeiro de 2011
Um sonho realizado
Obs: Essa é uma história fictícia. Qualquer semelhança com fatos reais é mera coincidência.
A igreja estava quase vazia. Nos bancos de madeira enfeitados com rosas vermelhas algumas pessoas aguardavam pacientemente o início da cerimônia.
Alguns convidados estavam presentes de boa vontade e desejavam votos sinceros de felicidade para o novo casal que ali ia se formar, outros não disfarçavam a impaciência e o desdém para o que sabiam que logo iria acontecer. Suas expressões denunciavam a perda de esperanças diante do inevitável.
Enquanto o noivo aguardava no altar, ao lado do padre, ansioso pelo acontecimento que julgava ser o mais importante de sua vida, o outro noivo, com a mesma sensação, acabava de chegar à porta da igreja.
Isso mesmo! O casal norte-americanos Josh e Taylor decidiram enfrentar a sociedade preconceituosa e realizaram o sonho da vida de ambos: casaram do modo tradicional, com direito à igreja, padrinhos, festa e lua-de-mel.
Ambas as famílias sabiam do relacionamento, porém, não aprovavam e nem desaprovavam. Ficaram descontentes com a notícia, mas mesmo assim compareceram no casamento, alguns a contragosto.
Os amigos foram prestigiá-los com alegria e animação e foram eles que ao tocar da marcha nupcial levantaram ansiosos e emocionados para assistirem ao grande dia daquelas almas que se amavam de verdade.
Josh estava à espera no altar e Taylor entrou na igreja sozinho. Com ternos iguais de cor amarela e com uma rosa vermelha na capela se destacavam dos ternos e smokigns tradicionais pretos que seus convidados trajavam.
Trocaram um beijo simples quando se encontraram e se dirigiram ao altar. Seus pensamentos estavam ao mesmo tempo presentes e longe dali. Lembravam de cada dificuldade e preconceito que haviam passado para vivenciarem aquele momento. Frases como "isso nunca dará certo" e "vocês realmente sabem o que querem?" passaram pelas suas lembranças.
No final, tiveram certeza que o que idealizavam era o certo a ponto de arriscarem serem motivos de chacotas e terem suas vidas pessoais invadidas pela curiosidade de pessoas que não gostam de ver a felicidade alheia.
Com preconceito, história, amor, esperança e desumanidade vivemos cada dia. Mas, gostaríamos mesmo que todos se vissem como realmente são!
Letícia Iambasso
A igreja estava quase vazia. Nos bancos de madeira enfeitados com rosas vermelhas algumas pessoas aguardavam pacientemente o início da cerimônia.
Alguns convidados estavam presentes de boa vontade e desejavam votos sinceros de felicidade para o novo casal que ali ia se formar, outros não disfarçavam a impaciência e o desdém para o que sabiam que logo iria acontecer. Suas expressões denunciavam a perda de esperanças diante do inevitável.
Enquanto o noivo aguardava no altar, ao lado do padre, ansioso pelo acontecimento que julgava ser o mais importante de sua vida, o outro noivo, com a mesma sensação, acabava de chegar à porta da igreja.
Isso mesmo! O casal norte-americanos Josh e Taylor decidiram enfrentar a sociedade preconceituosa e realizaram o sonho da vida de ambos: casaram do modo tradicional, com direito à igreja, padrinhos, festa e lua-de-mel.
Ambas as famílias sabiam do relacionamento, porém, não aprovavam e nem desaprovavam. Ficaram descontentes com a notícia, mas mesmo assim compareceram no casamento, alguns a contragosto.
Os amigos foram prestigiá-los com alegria e animação e foram eles que ao tocar da marcha nupcial levantaram ansiosos e emocionados para assistirem ao grande dia daquelas almas que se amavam de verdade.
Josh estava à espera no altar e Taylor entrou na igreja sozinho. Com ternos iguais de cor amarela e com uma rosa vermelha na capela se destacavam dos ternos e smokigns tradicionais pretos que seus convidados trajavam.
Trocaram um beijo simples quando se encontraram e se dirigiram ao altar. Seus pensamentos estavam ao mesmo tempo presentes e longe dali. Lembravam de cada dificuldade e preconceito que haviam passado para vivenciarem aquele momento. Frases como "isso nunca dará certo" e "vocês realmente sabem o que querem?" passaram pelas suas lembranças.
No final, tiveram certeza que o que idealizavam era o certo a ponto de arriscarem serem motivos de chacotas e terem suas vidas pessoais invadidas pela curiosidade de pessoas que não gostam de ver a felicidade alheia.
Com preconceito, história, amor, esperança e desumanidade vivemos cada dia. Mas, gostaríamos mesmo que todos se vissem como realmente são!
Letícia Iambasso
19 de julho de 2010
Só o amor constrói.
O que é a vida?
Você nasce, cresce, morre.
Há pessoas que aceitam esse ciclo do qual não se pode escapar, mas também existem pessoas que vão além do "nasci assim, morrerei da mesma forma".
Existem seres humanos que simplesmente evoluem. Saem da média. Crescem. Amadurecem.
Afinal, porque ficar parado? Ou, "porque não podemos ser simples, se não há nada mais bonito?"
Querer aprender é uma forma de amar. Se há algo que te incomoda, uma característica, um defeito, por qual motivo não tentar "consertar" ou mudar o que lhe traz tristeza?
Seja para agradar alguém, ou a si mesmo, não se esquecendo que o mais importante é nossa opinião.
Hoje consigo enxergar o que me trazia infelicidade. Assim, aprendo a me controlar e a criar pensamentos mais otimistas em relação aos problemas, que acreditem ou não, você sempre os terá, independentemente da época, idade ou lugar.
O segredo é aprender a conviver com eles e crer que tudo pode ser melhorado. Basta ter calma, sensatez e fé. Não estou pedindo que deixem de viver na realidade e criem ilusões. Mas ver o que te incomoda com outros olhos, faz com que você enxergue a verdadeira realidade.
Como disse um caro amigo meu: Só o amor constrói.
P.S: A imagem é para mostrar a nossa curiosidade ante a primeira vez que vemos o mar. Tantos questionamentos sobre a infinita magnitude do oceano. Se continuassemos com a mesma ânsia de aprender quando crescermos, a vida seria mais bela.
Letícia Iambasso
Letícia Iambasso
7 de abril de 2010
O mundo não é uma evidência

Nos acostumamos ao mundo sem questionar o porquê de cada coisa. Ou seria melhor nos conformamos com todas as situações?
Como saber quem está certo? Quem questiona ou quem se cala?
Às vezes tentar mudar os acontecimentos exausta, enjoa. Entretanto, ficar parado enquanto tudo parece estar no lugar errado, também cansa.
Poderiam ter nos ensinado quando éramos crianças que nem tudo que se vê é uma evidência, ou que sempre existiu. Claro, a fé nos diz exatamente que tudo está conforme deveria ser e que cada um possui sua cruz para carregar.
Então, tudo bem. Posso cruzar os braços e esperar essa fé se mover sozinha?
Posso fechar os olhos à violência, à fome, à pobreza e a miséria, ao roubo e aos mendingos? Crianças, jovens, adultos e idosos.
Se você acredita que a vida está certa como é, porque às vezes você dá uma esmola? Ou ajuda alguém? Dá um conselho? Tenta mudar algo? Sentiu pena de alguém? Para quê? Por quê?
Será que é porque ainda existe algo dentro de nós que implora por atenção? Que nos diz que não precisamos nos acostumar com tudo isso e que é preciso sim, ajudar, estender a mão, dar um abraço, conversar e lutar?
Parece que não vai sobrar muito desse sentimento no futuro. Até as crianças de hoje não são mais espontâneas como antes, pois aprendem a viver como robôs. Igual aos adultos, elas estão perdendo o costume de olhar para as coisas mais simples da vida. É uma pena.
Podemos ter esperanças quando ainda nos sentirmos melhor por alguém estar bem. E essa pessoa nem precisa ser tão importante para você.
Afinal, se Deus quisesse que olhassemos somente para nosso círculo de amizades, porque existiriam as outras pessoas?
"Quem duvida da vida tem culpa,
Quem evita a dúvida também tem"
Letícia Iambasso
4 de abril de 2010
Pra onde tenha sol
Sim!!!
De repente tudo ficou em seu lugar novamente.
O sol renasceu, os passáros recomeçaram a cantar (eles haviam parado?), o ar voltou aos pulmões.
Como se algum planeta tivesse saido de sua órbita e retornado.
Sim!!! é assim que eu me sinto.
Os sonhos ressurgiram das cinzas e o futuro mudou de cor, do vermelho escuro para o azul brilhante. Ah, e como ele brilha! Milhares de cores cintilando para mim.
Posso pressentir a felicidade chegando.
Posso ver a luz das pessoas.
Posso enxergar como a vida é bela (e algum dia ela deixou de ser?)
Agradeço a todos minhas almas gêmeas, amigos, família e colegas que me suportaram (essa é a palavra) nesses últimos meses. Sei que meu mau humor é difícil de aguentar.
Nunca esquecerei a força e o apoio que cada um me deu, pois mesmo quando eu já não acreditava mais, vocês acreditaram por mim.
Quando eu não sonhava mais, vocês sonharam por mim e
Quando eu não rezava mais, vocês rezaram por mim.
Muito Obrigada!!!
Que Deus sempre ilumine o caminho de vocês e que minha "fase" sirva de lição para todos que pensarem em desistir de algo, pois somente com paciência e fé é possível prosseguir.
Que assim seja!!!
Letícia Iambasso
De repente tudo ficou em seu lugar novamente.
O sol renasceu, os passáros recomeçaram a cantar (eles haviam parado?), o ar voltou aos pulmões.
Como se algum planeta tivesse saido de sua órbita e retornado.
Sim!!! é assim que eu me sinto.
Os sonhos ressurgiram das cinzas e o futuro mudou de cor, do vermelho escuro para o azul brilhante. Ah, e como ele brilha! Milhares de cores cintilando para mim.
Posso pressentir a felicidade chegando.
Posso ver a luz das pessoas.
Posso enxergar como a vida é bela (e algum dia ela deixou de ser?)
Agradeço a todos minhas almas gêmeas, amigos, família e colegas que me suportaram (essa é a palavra) nesses últimos meses. Sei que meu mau humor é difícil de aguentar.
Nunca esquecerei a força e o apoio que cada um me deu, pois mesmo quando eu já não acreditava mais, vocês acreditaram por mim.
Quando eu não sonhava mais, vocês sonharam por mim e
Quando eu não rezava mais, vocês rezaram por mim.
Muito Obrigada!!!
Que Deus sempre ilumine o caminho de vocês e que minha "fase" sirva de lição para todos que pensarem em desistir de algo, pois somente com paciência e fé é possível prosseguir.
Que assim seja!!!
Letícia Iambasso
28 de março de 2010
Os anjos te levaram

Três anos sem você ...
O que tenho feito? O que aconteceu? Certamente você deve saber.
Mas gostaria de lembrar hoje algumas coisas do passado.
Não posso ser chamada de filha "perfeita", mas sei que fiz o melhor que pude.
Quando criança não aprontava muito, não tirava notas baixas, não repetia de ano e quase nunca reclamava pela falta de brinquedos e doces. O que não tinha coragem de falar, apesar de demonstrar, era falta de seus carinhos.
Sempre fui muito grudada em você, não somente por ser a caçula de seus sete filhos, mas também por ter nascido com essa ânsia de ser amada e de ter atenção.
Mesmo quando cresci mais e virei "aborrecente", não desgrudei da barra de sua saia e íamos para todos os lugares juntas. Visitas à parentes, compras no mercado ...
Depois eu cresci mais um pouco e comecei a namorar e a sair. Você, claro, como uma genitora preocupada não queria que eu namorasse e muito menos que saísse. Afinal, o que é para uma mãe ver que seus filhos estão crescendo e começando a viver experiências novas?
E eu como todos os filhos, não entendia isso. Achava que era excesso de implicância e por várias vezes não acatei o que me pediu.
Depois de uns anos, a escola terminou, o namoro também e passei para fase de começar a trabalhar e a ter meu próprio dinheiro. Você até que gostou que sua filha estivesse caminhando com suas próprias pernas, mas nem por isso deixou de cuidar de mim e de minhas coisas.
Comida pronta e roupa lavada? Sempre teve. Eu é que nem sempre soube agradecer.
Porém, sei que sempre estive do seu lado naqueles momentos difíceis, entre idas e vindas de hospitais, internações, exames, compra de remédios e aflições. De minha parte.
Apesar de nunca demonstrar, eu sofri muito com tudo isso, mas chegou um dia em que o mundo virou e parecia que eu era sua mãe e não o contrário. E por várias vezes, quando ia dormir, ali do seu lado e na mesma cama, eu rezava pedindo aos anjos que te levassem.
Não podia ser egoísta pensando somente em meu sofrimento. O seu era maior. E se libertando desse mundo eu tinha certeza que você ia ficar melhor e iria ser feliz como talvez nunca tivesse sido.
Por isso sua partida não me causou muita surpresa e eu consegui suportar. Foi difícil, claro que foi, mesmo para mim, que acredito em lugares maravilhosos para se estar após a morte e em reencontros.
Hoje, três anos depois, eu consigo ver que amadureci mais.
Sofri, fiz e refiz promessas, conheci pessoas, trabalhei, em um, em dois empregos, voltei a estudar, entrei na faculdade, chorei, sonhei, fiz planos, sorri ...
Posso dizer que me acostumei com a sua falta, mas sei que nunca entrarei naquela casa sem me lembrar de você. E aquela casa não é a mesma sem você. E sempre que eu rezo, meus primeiros pensamentos são para ti.
E apesar de nunca ter te falado "eu te amo", e ter me arrependido amargamente por isso quando descobri que era tarde demais, sei que você consegue ver em minha alma todo esse amor.
E nem sempre precisamos de palavras para demonstrar o que sentimos. Bastam os gestos.
Espero do fundo do meu coração que você esteja aproveitando sua viagem pelo paraíso. E se não voltar logo, me espere, que um dia eu irei ao seu encontro.
"Dez anos passaram, cresceram meus irmãos
E os anjos levaram minha mãe pelas mãos
Chorei, meu pai disse: 'Boa Sorte'
Com a mão no meu ombro
Em seu leito de morte"
Letícia Iambasso
O que tenho feito? O que aconteceu? Certamente você deve saber.
Mas gostaria de lembrar hoje algumas coisas do passado.
Não posso ser chamada de filha "perfeita", mas sei que fiz o melhor que pude.
Quando criança não aprontava muito, não tirava notas baixas, não repetia de ano e quase nunca reclamava pela falta de brinquedos e doces. O que não tinha coragem de falar, apesar de demonstrar, era falta de seus carinhos.
Sempre fui muito grudada em você, não somente por ser a caçula de seus sete filhos, mas também por ter nascido com essa ânsia de ser amada e de ter atenção.
Mesmo quando cresci mais e virei "aborrecente", não desgrudei da barra de sua saia e íamos para todos os lugares juntas. Visitas à parentes, compras no mercado ...
Depois eu cresci mais um pouco e comecei a namorar e a sair. Você, claro, como uma genitora preocupada não queria que eu namorasse e muito menos que saísse. Afinal, o que é para uma mãe ver que seus filhos estão crescendo e começando a viver experiências novas?
E eu como todos os filhos, não entendia isso. Achava que era excesso de implicância e por várias vezes não acatei o que me pediu.
Depois de uns anos, a escola terminou, o namoro também e passei para fase de começar a trabalhar e a ter meu próprio dinheiro. Você até que gostou que sua filha estivesse caminhando com suas próprias pernas, mas nem por isso deixou de cuidar de mim e de minhas coisas.
Comida pronta e roupa lavada? Sempre teve. Eu é que nem sempre soube agradecer.
Porém, sei que sempre estive do seu lado naqueles momentos difíceis, entre idas e vindas de hospitais, internações, exames, compra de remédios e aflições. De minha parte.
Apesar de nunca demonstrar, eu sofri muito com tudo isso, mas chegou um dia em que o mundo virou e parecia que eu era sua mãe e não o contrário. E por várias vezes, quando ia dormir, ali do seu lado e na mesma cama, eu rezava pedindo aos anjos que te levassem.
Não podia ser egoísta pensando somente em meu sofrimento. O seu era maior. E se libertando desse mundo eu tinha certeza que você ia ficar melhor e iria ser feliz como talvez nunca tivesse sido.
Por isso sua partida não me causou muita surpresa e eu consegui suportar. Foi difícil, claro que foi, mesmo para mim, que acredito em lugares maravilhosos para se estar após a morte e em reencontros.
Hoje, três anos depois, eu consigo ver que amadureci mais.
Sofri, fiz e refiz promessas, conheci pessoas, trabalhei, em um, em dois empregos, voltei a estudar, entrei na faculdade, chorei, sonhei, fiz planos, sorri ...
Posso dizer que me acostumei com a sua falta, mas sei que nunca entrarei naquela casa sem me lembrar de você. E aquela casa não é a mesma sem você. E sempre que eu rezo, meus primeiros pensamentos são para ti.
E apesar de nunca ter te falado "eu te amo", e ter me arrependido amargamente por isso quando descobri que era tarde demais, sei que você consegue ver em minha alma todo esse amor.
E nem sempre precisamos de palavras para demonstrar o que sentimos. Bastam os gestos.
Espero do fundo do meu coração que você esteja aproveitando sua viagem pelo paraíso. E se não voltar logo, me espere, que um dia eu irei ao seu encontro.
"Dez anos passaram, cresceram meus irmãos
E os anjos levaram minha mãe pelas mãos
Chorei, meu pai disse: 'Boa Sorte'
Com a mão no meu ombro
Em seu leito de morte"
Letícia Iambasso
21 de fevereiro de 2010
You can't always get what you want
Sabe o que é?
Destruiram meus sonhos, meus planos e tudo o mais.
Não, não estou reclamando e nem culpando alguém. Acho até que me conformei muito rápido e isso é estranho.
Já fiquei muito triste, já chorei, já desabafei, porém cansei de tudo isso. Não irei mais reclamar e nem choramingar, bola pra frente.
Por mais que tentem apagar a chama que brota dentro de mim e a esperança que me aquece todos os dias pela manhã quando acordo, não conseguiram.
Por que "eu vejo a vida melhor no futuro" e ás vezes eu queria até ficar triste com o ocorrido, mas não consigo, não mais.
Não me pergunte o que isso pode ser, acho que é uma coisa chamada fé. Aquela mesma que remove montanhas, pois todos os dias eu acordo e sorrio, abraço a vida e tudo isso porque estou viva.
Só quero viver um dia de cada vez e parar de fazer planos. Infelizmente eles não te levam a nada.
"Enquanto uns sonham, eu quero somente viver a realidade. Que assim seja"
Letícia Iambasso
Destruiram meus sonhos, meus planos e tudo o mais.
Não, não estou reclamando e nem culpando alguém. Acho até que me conformei muito rápido e isso é estranho.
Já fiquei muito triste, já chorei, já desabafei, porém cansei de tudo isso. Não irei mais reclamar e nem choramingar, bola pra frente.
Por mais que tentem apagar a chama que brota dentro de mim e a esperança que me aquece todos os dias pela manhã quando acordo, não conseguiram.
Por que "eu vejo a vida melhor no futuro" e ás vezes eu queria até ficar triste com o ocorrido, mas não consigo, não mais.
Não me pergunte o que isso pode ser, acho que é uma coisa chamada fé. Aquela mesma que remove montanhas, pois todos os dias eu acordo e sorrio, abraço a vida e tudo isso porque estou viva.
Só quero viver um dia de cada vez e parar de fazer planos. Infelizmente eles não te levam a nada.
"Enquanto uns sonham, eu quero somente viver a realidade. Que assim seja"
Letícia Iambasso
15 de fevereiro de 2010
Algumas questões
Hoje o que vale mais? Ser sincero ou mentir?
Ser honesto com si próprio ou tentar esconder o que sente?
Porque a questão do "ter" é mais importante do que o "ser"?
O que o consumismo fez com nós?
Porque ninguém consegue se mostrar como é?
Porque é feio chorar?
Porque existe a hipocrisia?
Porque ainda não inventaram o microscópio de sentimentos?
Alguém tem as respostas?
Letícia Iambasso
Ser honesto com si próprio ou tentar esconder o que sente?
Porque a questão do "ter" é mais importante do que o "ser"?
O que o consumismo fez com nós?
Porque ninguém consegue se mostrar como é?
Porque é feio chorar?
Porque existe a hipocrisia?
Porque ainda não inventaram o microscópio de sentimentos?
Alguém tem as respostas?
Letícia Iambasso
6 de fevereiro de 2010
Somos todos inocentes!
As pessoas se perguntam o porquê de sofrerem, o motivo de seus sonhos não darem certo, qual a causa de suas decepções.
Eu tenho uma teoria:
Primeiramente, nunca culpe os outros pelo seu sofrimento. Aliás, você não deve culpar ninguém, nem a ti mesmo, pois tudo que acontece em sua vida é somente consequência de seus atos.
E nós não podemos ficar se martirizando por isso, se algo não deu certo, claro que é porque escolhemos o caminho errado, porém deve ser aproveitado como mais experiência em sua vida e não como mais uma decepção.
Todos falam que existem dois caminhos diante de cada situação. Pois vejo diferente, há sempre mais que isso para escolhermos. Estamos aqui para aprender, a vida é uma escola aonde
sua matrícula é realizada ao nascer, mas sua conclusão nem sempre é quando você morre.
Se alguém te ferir, claro que é difícil não ficar magoado e até mesmo com raiva de tal pessoa, entretanto, ela não tem culpa do que fez, pois somente agiu do jeito que achava certo, de acordo com seus princípios. Afinal, somos animais racionais, mas cada um com sua característica.
Ver cada situação por este ângulo, irá fazer você sofrer menos e aceitar mais o que a vida lhe oferece. Não guarde mágoas e rancor de ninguém, pense que cada um terá os efeitos por cada ação e reação que teve diante de você, mesmo que esta pessoa tenha te ferido com a arma mais fatal, ou que tenha tirado tua vida, ou a de uma pessoa especial a você.
Já dizia Jesus Cristo que devemos perdoar nossos inimigos, mas isso não quer dizer
que temos que ser melhores amigos, contudo não criaremos laços de ódio e vingança.
Então, apesar do mundo nos julgar, saber que somos todos inocentes, pois ninguém é perfeito, é ter uma ponta de esperança de um dia alcançar esta perfeição.
Que 2010 todos consigam ver a vida por um ângulo diferente do qual estão acostumados
"Vinte e nove anjos me saudaram
E tive vinte e nove amigos outra vez ... "
Renato Russo
Letícia Iambasso
Eu tenho uma teoria:
Primeiramente, nunca culpe os outros pelo seu sofrimento. Aliás, você não deve culpar ninguém, nem a ti mesmo, pois tudo que acontece em sua vida é somente consequência de seus atos.
E nós não podemos ficar se martirizando por isso, se algo não deu certo, claro que é porque escolhemos o caminho errado, porém deve ser aproveitado como mais experiência em sua vida e não como mais uma decepção.
Todos falam que existem dois caminhos diante de cada situação. Pois vejo diferente, há sempre mais que isso para escolhermos. Estamos aqui para aprender, a vida é uma escola aonde
sua matrícula é realizada ao nascer, mas sua conclusão nem sempre é quando você morre.
Se alguém te ferir, claro que é difícil não ficar magoado e até mesmo com raiva de tal pessoa, entretanto, ela não tem culpa do que fez, pois somente agiu do jeito que achava certo, de acordo com seus princípios. Afinal, somos animais racionais, mas cada um com sua característica.
Ver cada situação por este ângulo, irá fazer você sofrer menos e aceitar mais o que a vida lhe oferece. Não guarde mágoas e rancor de ninguém, pense que cada um terá os efeitos por cada ação e reação que teve diante de você, mesmo que esta pessoa tenha te ferido com a arma mais fatal, ou que tenha tirado tua vida, ou a de uma pessoa especial a você.
Já dizia Jesus Cristo que devemos perdoar nossos inimigos, mas isso não quer dizer
que temos que ser melhores amigos, contudo não criaremos laços de ódio e vingança.
Então, apesar do mundo nos julgar, saber que somos todos inocentes, pois ninguém é perfeito, é ter uma ponta de esperança de um dia alcançar esta perfeição.
Que 2010 todos consigam ver a vida por um ângulo diferente do qual estão acostumados
"Vinte e nove anjos me saudaram
E tive vinte e nove amigos outra vez ... "
Renato Russo
Letícia Iambasso
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